• Malu Simões

Mulher de 30 da Semana: Adriana Naccarato

Adriana Naccarato tem 33 anos e há 16 anos atua no mercado de trabalho na área de comunicação. Fez jornalismo, sempre com o foco em entretenimento e televisão, onde foi seu primeiro emprego. Trabalhou primeiro na BAND, depois no SBT e em seguida se tornou consultora de imagem quando foi parar na frente das câmeras na TV Alphaville, REDETV e Rede Record. Foi nesse momento que ela começou a carreira de Influenciadora Digital e abriu uma agência de comunicação especializada em posicionamento para o cliente: serviço, varejo ou corporativo. Confira a entrevista abaixo:

Qual foi sua primeira percepção quando entrou para a casa dos 30 anos? R: Eu amei! Me senti mais mulher. O que de fato mudou na sua vida quando se tornou uma balzaquiana? Você se desprendeu de alguma crença, insegurança? R: Minha chave virou mesmo quando eu fiz 31 anos. Me olhei e pensei: sou um mulherão. E agora com 33 pensei: sou uma mulherona da p**. Me senti muito segura e me desprendi de varias crenças, mas é uma luta diária! Eu me sinto mais segura em relação a relacionamento e demonstro, porém eu não me desespero. Estou aproveitando cada ano e sei o que quero para mim. O que mudou da “casa dos 20” para a “casa dos 30” em sua vida? R: Praticamente tudo e eu não trocaria meus 30 anos por nada. Segurança, corpo, maturidade, beleza, experiência, sexo, autoconhecimento.

O que você fazia e que deixou de fazer? Ou o que não fazia e que passou a se sentir segura para fazer? R: Falar "não"! Eu agradava demais as pessoas e queria sempre estar nas rodinhas e com turmas. Hoje eu prefiro estar tranquila em casa ou escolher bem o que vou fazer. Meu tempo é precioso

Acha que sua forma de se relacionar também mudou? Se sente mais preparada, mais confiante de si? R: Engraçado isso. Eu me sinto super mudada, mais segura, claro, mas em algumas situações eu ainda me sinto insegura: são traumas que ainda precisam ser superados.

O que você acha que tem de especial nas mulheres de 30 anos? R: O autoconhecimento. É a fase que estamos muito “nós mesmas” - por mais que as mulheres de 20 dizem que são, quando você chega nos 30, a "chave" vira de um jeito que você se sente dona de si. Se encontrasse com a Adriana de 10 anos atrás, qual seria seu conselho? R: Não se desespere. Você tem um mundo enorme, cheio de oportunidades e experiências para viver. Quais característica enxerga em você agora, na casa dos 30? Acha que está mais prática e tem mais autoconhecimento? R: Eu já era sincera, mas estou muito mais. Porém, sem ser agressiva e explosiva. Estou mais compreensiva com as atitudes e respeitando mais cada ser humano. Sem esperar nada em troca. Me fale um pouco sobre sua autoestima e a importância dela para essa fase. R: Eu luto diariamente por isso. Sou muito auto crítica e exigente comigo, porém aprendi a me olhar de outra maneira. Você respeita seu corpo, sua genética, seu tempo e sempre quer sua melhor versão. É um desafio complexo. Trabalho com minha imagem, porém não me comparo a ninguém. Acredito que a cada ano que passa eu entro na minha melhor fase e isso eu falo com toda a modéstia. Me vejo melhor hoje do que há 1 ano atras e acho isso incrível.

Você é uma das participantes do mais novo reality show da Juju Salimeni – "Juju Bootcamp". Conta um pouquinho sobre essa fase, processo de seleção e como estar nessa faixa etária ajudou esse novo projeto. R: Foi uma loucura participar. Eu me considero fitness para o meu mundo, porém no mundo delas, eu não sou. O universo delas é incrível (para elas) e aprendi a respeitar demais isso. Foi um reality que conheci uma força que eu não sabia que tinha, além da determinação e foco de saber que entrei por um propósito e ele se cumpriu. Eu era a segunda mais "velha" e isso não interferiu em nada. Eu era um perfil "patricinha", pequenina e fraca, porém o que me fez entrar foi a inteligência emocional e isso me deixou muito feliz. Adorei a experiência e aprendi a julgar menos as pessoas.

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Conheça a autora

A espontaneidade sempre foi seu guia e a ideia de mostrar grandes comunicadores em papeis mais soltos foi seu maior diferencial durante a trajetória como repórter de tv. Ao lado de grandes apresentadores, Malu Simões teve a oportunidade de mostrar sua irreverência e construir conteúdos diferentes para as mídias digitais.

 

 

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